{
  "ova_anoReferencia": "2023",
  "ova_a": "A Agência de Fomento do Estado de Goiás – GoiásFomento inclui em seu modelo de negócios o apoio aos programas e projetos de desenvolvimento econômico e social no Estado de Goiás, por meio da atuação como agente financeiro do Estado de Goiás em diversos programas de governo e em específico em programas sociais, por meio da concessão de empréstimos e financiamentos de capital de giro, a partir da prestação de garantias por meio de fundos garantidores.  Os limites de atuação da instituição estão descritos na Resolução CMN nº 2.828/2001 que dispõe sobre a constituição e o funcionamento de agências de fomento.  O perfil de riscos da instituição é compatível com o modelo de negócio, com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos, dos serviços, das atividades e dos processos da GoiásFomento, pois possui foco no desenvolvimento econômico e social do Estado de Goiás, considerando o enquadramento da instituição no segmento 4 (S4). A seguir o conjunto de riscos relevantes para a GoiásFomento:  1. Crédito: Possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pela contraparte de suas obrigações nos termos pactuados, à desvalorização, redução de remunerações e ganhos esperados em instrumento financeiro decorrentes da deterioração da qualidade creditícia da contraparte, do interveniente ou do instrumento mitigador, à reestruturação de instrumentos financeiros ou aos custos de recuperação, de exposições caracterizadas como ativos problemáticos.  2. Mercado: Possibilidade de ocorrência de perdas financeiras ou econômicas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Instituição.  3. Liquidez: É a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis – “descasamentos” entre pagamentos e recebimentos – que possam afetar a capacidade de pagamento da Instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.  4. Operacional: Possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou eventos externos. Esta definição incluem a possibilidade de perdas decorrentes do risco legal.  5. Social: Possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à violação de direitos e garantias fundamentais ou a atos lesivos a interesse comum.  6. Ambiental: Possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à degradação do meio ambiente, incluindo o uso excessivo de recursos naturais.  7. Climático: I . risco climático de transição: possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados ao processo de transição para uma economia de baixo carbono, em que a emissão de gases do efeito estufa é reduzida ou compensada e os mecanismos naturais de captura desses gases são preservados; e I I . risco climático físico: possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados a intempéries frequentes e severas ou a alterações ambientais de longo prazo, que possam ser relacionadas a mudanças em padrões climáticos.  8. Estratégia: Possibilidade de perdas decorrentes de mudanças adversas no ambiente de negócios, ou de utilização de premissas inadequadas na tomada de decisão.  9. Reputação: Possibilidade de perdas decorrentes da percepção negativa sobre a Instituição por parte de clientes, contrapartes, acionistas, investidores, órgãos governamentais, comunidade ou supervisores que pode afetar adversamente a sustentabilidade do negócio.  10. Conformidade: Possibilidade de perdas financeiras ou de reputação resultantes de falha no cumprimento de leis, regulamentos, normas internas, códigos de conduta e diretrizes estabelecidas para o negócio e atividades da organização.  11. Cibernético: Possibilidade de perdas relacionadas à ataque cibernético ou violação de dados em sua organização.  12. Tecnologia da Informação: Possibilidade de perdas decorrentes de inadequações ou falhas na entrega e suporte de soluções e serviços de tecnologia, envolvendo infraestrutura, construção, operação.  13. Continuidade de Negócios: Possibilidade de perdas decorrentes de interrupção nas atividades da GoiásFomento em função da descontinuidade no fornecimento de produtos e serviços.  14. IRRBB: O risco da variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB), refere-se ao risco, atual ou potencial, do impacto de movimentos adversos das taxas de juros no capital e nos resultados da instituição financeira, para os instrumentos classificados na carteira bancária.  O Conselho de Administração é o órgão responsável pela aprovação das diretrizes e limites constantes na Declaração de Apetite por Riscos (RAS), considerando as previsões constantes na Resolução CMN nº 4.557/17, e pela aprovação das políticas da instituídas pela GoiásFomento. Como por exemplo podemos citar a Política de Gestão de Riscos, a Política de Gerenciamento de Capital, e a Política do Programa de Testes de Estresse.  Por meio das políticas a GoiásFomento procura efetuar um gerenciamento integrado dos riscos, por meio da identificação, mensuração, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação dos efeitos adversos resultantes das interações entre os riscos mencionados.",
  "ova_b": "A GoiásFomento adota como princípios fundamentais utilizados no modelo de governança de riscos: 1. Independência da função de riscos em relação a área de negócios; 2. Envolvimento da alta direção nas tomadas de decisão; 3. Decisões colegiadas e consenso sobre operações de crédito. A Gerência de Riscos Corporativos é responsável por: 1. Acompanhar a evolução das carteiras de crédito; 2. Acompanhar o cumprimento dos limites estabelecidos na RAS em conjunto com o Chief Risk Officer - CRO; 3. Realizar o acompanhamento dos riscos inerentes à atividade da instituição, por meio de sistemas informatizados e por relatórios gerenciais; 4. Realizar controle periódico das atividades de gestão de riscos; 5. Colaborar com a supervisão de medidas adotadas, em matéria de riscos, para cumprir com as recomendações e indicações formuladas pelo regulador e auditoria local; 6. Manter e atualizar as políticas e planos relacionadas aos riscos inerentes às atividades da instituição. A estrutura e governança de gerenciamento de riscos e capital conta com a participação de todos os seus níveis hierárquicos, tendo por finalidade otimizar o desempenho da instituição e proteger as partes interessadas, bem como facilitar o acesso ao capital, agregar valor à Organização e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo principalmente aspectos voltados à transparência, equidade de tratamento e prestação de contas. Para tanto, os papéis e as responsabilidades dessa estrutura estão distribuídos em diferentes níveis hierárquicos, a saber: 1. Conselho de Administração (CONSAD); 2. Diretoria Executiva (DIREX); 3. Gerência de Riscos Corporativos (GERIC); 4. Assessoria de Controles Internos e Compliance (ASCIC); 5. Auditoria Interna (AUDIN); 6. Diretor de Riscos (do inglês - Chief Risk Officer (CRO)); 7. Demais Gerências de Áreas e suas Unidades; e 8. Funcionários e prestadores de serviços terceirizados. Segundo a Resolução CMN nº 4.557/17, o Conselho de Administração (CONSAD) é o órgão principal responsável por estabelecer as diretrizes, políticas e alçadas para a gestão de riscos e de capital. Na GoiásFomento, no nível executivo, o Diretor Presidente assume também o papel de diretor responsável pelo Gerenciamento de Riscos – CRO (Chief Risk Officer), conforme definido no regimento interno da Instituição, com a responsabilidade pela implementação da estrutura de gestão de riscos e pelo acompanhamento do seu desempenho. A estrutura organizacional de gerenciamento de riscos proposta pela GoiásFomento está em conformidade com as regulamentações vigentes no Brasil, incluindo a Lei nº 13.303/16 que dispõe sobre as atribuições e responsabilidades do CONSAD e do CRO no que tange a gestão de riscos. A GoiásFomento adota os seguintes fundamentos na prática de gestão de riscos: 1. Visão contínua e Integrada de riscos; 2. Compatibilização entre níveis de exposição a riscos, limites autorizados e retorno financeiro pretendido; 3. Envolvimento da Alta Administração. Seguindo os princípios de boas práticas determinados pelo Banco Central do Brasil, o sistema de gerenciamento de riscos se estrutura em três linhas, com papéis e responsabilidades bem definidas, de forma a reafirmar a segregação entre as unidades de negócios e suporte e garantir a gestão dos riscos de forma descentralizada e independente. A GoiásFomento utiliza o modelo de três linhas definido pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil – IIA Brasil: 1. Primeira linha: trata-se da área operacional ou de negócios, comprovando o alinhamento das estratégias de negócios da GoiásFomento, com a da gestão de riscos. Responsável pela gestão e resposta aos riscos por ela originados, pelo monitoramento, avaliação, controle e implementação de ações para mitigação dos riscos operacionais, e pela autoavaliação; 2. Segunda linha: Composta pelos supervisores dos riscos, sendo formada pela Assessoria de Controles Internos e Compliance ASCIC e pela Gerência de Riscos Corporativos - GERIC, retratam a segunda linha de defesa e são incumbidos de definir metodologias de Autoavaliação e avaliação independente, mitigação (por meio de controles), monitoramento e reporte dos riscos corporativos, visando assegurar que os riscos da GoiásFomento sejam administrados de acordo com o apetite de risco, com as políticas e com os procedimentos estabelecidos. Dessa forma, a GERIC e a ASCIC apoiam o CRO em suas atribuições, o qual provê ao CONSAD e a DIREX uma visão global das exposições da Instituição de forma a adotar estratégias, políticas e medidas voltadas a todos os riscos em que a instituição está exposta; 3. Terceira linha: a Auditoria interna tem como responsabilidade a avaliação contínua independente dos processos relativos ao gerenciamento dos riscos e cumprimento de normas internas e requisitos regulamentares. Dessa forma, observa-se uma segregação de atividades entre os participantes considerando o modelo de três linhas.",
  "ova_c": "A GoiásFomento adota diversas iniciativas para disseminar e fortalecer a Cultura de Riscos, por meio da tomada de riscos de maneira consciente, por meio da discussão e decisão de ação sobre os riscos da instituição e sobre a responsabilidade de todos pela gestão de riscos.  A instituição também participa do Programa de Compliance Público do Poder Executivo do Estado de Goiás (PCP), instituído por meio do Decreto nº 9.406/2019. O PCP é definido como o conjunto de procedimentos e estruturas destinados a assegurar a conformidade dos atos de gestão com padrões morais e legais, bem como garantir o alcance dos resultados das políticas públicas e a satisfação dos cidadãos. O PCP, cuja participação é obrigatória para os entes da administração direta e indireta, é composto por quatro eixos prioritários: Eixo I - Ética, Eixo II - Transparência, Eixo III - Responsabilização e Eixo IV - Gestão de Riscos.  A Agência de Fomento de Goiás possui Código de Ética Conduta e Integridade, várias políticas dentre as quais a  Política de Gestão de Riscos, Plano de Integridade e Relatório de Integridade, Instruções Normativas que definem procedimentos, Resoluções Internas, Regimento Interno, Estatuto Social, e Relatórios de Gestão de Riscos, além da divulgação de determinados indicadores às áreas de negócio.  O Código de Ética Conduta e Integridade, as Políticas, os Planos, Instruções Normativas, Resoluções Internas, Regimento Interno, Estatuto Social, e manuais são publicados na intranet da Instituição. Os documentos que são considerados públicos e por exigência legal, também são publicados no sítio da Instituição.  A GoiásFomento possui ferramenta de e-mail e de chat interno para a disseminação da cultura de riscos e que também são utilizadas como canais para comunicar incidentes de risco operacional e para acesso a determinados documentos restritos a grupos de trabalho. Sempre que possível são realizadas reuniões com as Gerências, Diretorias e Conselho de Administração para disseminar a cultura de risco pela Instituição.  São realizadas reuniões do comitê gestor de controles internos e conformidade, onde são abordados assuntos relacionados à controles internos, gestão de riscos e conformidade em que participam todos os gerentes da GoiásFomento.  Todos os colaboradores e terceiros possuem a responsabilidade de comunicar os incidentes de riscos e demais problemas imediatamente, assim que tomarem conhecimento da situação para que providências possam ser devidamente tomadas.  A GoiásFomento possui política de divulgação de informações, que tem por objetivo definir princípios e diretrizes, observando as regras para a divulgação de informações sobre a Agência de Fomento de Goiás S/A e sua execução de políticas públicas de desenvolvimento econômico e social, garantindo assim que as informações da Agência sejam divulgadas de forma assertiva, técnica, completa, equitativa e transparente, bem como coibir a utilização indevida de informações privilegiadas.  Principais aspectos da Política de Divulgação de Informações:  1. Governança do processo de divulgação de informações, com as respectivas atribuições e cadeia de comando;  2. Listagem das Informações Periódicas com as respectivas responsabilidades; 3. Princípios que devem ser observados em todos os meios de divulgação de informações; 4. Período de Silêncio.",
  "ova_d": "O Escopo do gerenciamento de riscos se traduz no monitoramento, controle e mitigação dos riscos inerentes aos negócios assumidos pela instituição, com o intuito de suportar o desenvolvimento das atividades e dos processos de negócios de forma contínua, integrada e sustentável.  Dentre as metodologias e ferramentas definidas e utilizadas na GoiásFomento, ressaltamos o mapeamento de processos de negócios, a constituição de inventário de processos, o mapeamento de riscos, a matriz de risco, bem como a utilização do acompanhamento dos riscos por meio da elaboração de documentos legais enviados periodicamente ao Banco Central do Brasil, como o Documento 3040 - Dados de Risco de Crédito, enviado para o Sistema de Informações de Crédito SCR, o Documento 2061 - Demonstrativo de Limites Operacionais que tem por objetivo apresentar, de forma sintética, as informações referentes aos detalhamentos do cálculo dos limites que devem ser monitorados pela Instituição e pelo Banco Central do Brasil, o Documento 2060 - Demonstrativo de Risco de Mercado, que apresenta de forma sintética as exposições dos diversos fatores de risco de mercado associados às operações realizadas e mantidas pela GoiásFomento entre outros.  A GoiásFomento elabora Plano de Capital em consonância com o planejamento estratégico, considerando um horizonte de 3 (três) anos.  A partir do mapeamento dos processos de negócios e do mapeamento dos riscos em cada processo, é possível mensurar vários riscos, considerando o impacto e probabilidade de cada um, resultando na geração da matriz de riscos, com a indicação dos riscos mais relevantes.  Para os riscos operacionais, a instituição utiliza boas referências nacionais, das melhores práticas internacionais, a exemplo da aplicação metodológica da ISO 31.000:2018, consultoria e Auditoria Baseada em Riscos, provida pela Controladoria-Geral do Estado.",
  "ova_e": "O processo de reporte de riscos a alta administração ocorre de forma constante, realizado pela GERIC com o devido aval da DIREX, de forma integrada, com outras áreas responsáveis pelo processo de gerenciamento contínuo e integrado de riscos na GoiásFomento.  Além disso, a GoiásFomento possui Comitê Setorial de Compliance, responsável pela aprovação dos riscos operacionais, no âmbito do Programa de Compliance Público – PCP.  A Gerência de Riscos Corporativos - GERIC está ligada à Presidência e atua de forma independente, avaliando, medindo e monitorando os riscos da GoiásFomento, fornecendo reportes à Diretoria Executiva (DIREX), por meio de relatórios, memorandos, despachos, pareceres técnicos, atendimentos aos órgãos legais e reguladores, e por meio de reuniões presenciais ou remotas.  A GERIC comunica ao CRO, eventos de riscos relevantes e que possam gerar impactos negativos na Instituição, direcionando também à Diretoria Executiva, para avaliação e tomada das devidas providências, considerando a gravidade de cada situação.",
  "ova_f": "A GoiásFomento possui política do programa de testes de estresse aprovada pelo Conselho de Administração, que define os portfólios, os cenários adotados, as metodologias utilizadas e o uso dos resultados no gerenciamento de riscos.  Considerando a complexidade dos produtos e serviços bem como o enquadramento no segmento 4 (S4), além da limitação de profissionais na Gerência de Riscos Corporativos, a GoiásFomento efetua testes de estresse utilizando a análise de sensibilidade, sendo que os testes são feitos a partir dos valores da carteira de operações de crédito, do demonstrativo dos limites Operacionais - DLO e dos fluxos de caixa. Os testes de estresse de liquidez são elaborados pela Gerência Financeira e enviados para a Diretoria Executiva periodicamente. Os demais testes de estresse são elaborados pela Gerência de Riscos Corporativos.  São definidos cenários para execução dos testes, sendo que os resultados são utilizados para aprimoramento e revisão dos limites estabelecidos na Declaração de Apetite por Riscos – RAS.",
  "ova_g": "A mitigação de riscos na GoiásFomento é realizada por meio de metodologias, procedimentos, estruturas estabelecidas, com o objetivo de reduzir os impactos oriundos dos negócios da Instituição.  A GoiásFomento possui comitês formalmente constituídos pela Diretoria Executiva, que estabelecessem seus respectivos objetivos e atribuições, composição de membros e regras para deliberações. A seguir o detalhamento de alguns comitês:  Comitê de Elegibilidade: Comitê constituído conform e Lei nº 13.303/2016 para a verificação da conformidade do processo de indicação e de avaliação dos membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal.  Comissão de Licitações e Contratos: Órgão autônomo de caráter deliberativo, com a finalidade de opinar e decidir, nos limites de sua competência, sobre as compras e as contratações, na forma definida pelo Conselho de Administração e por seu Regimento Interno (Regulamento).  Comitê de Ética e Sindicância: Órgão colegiado, tendo por finalidade fiscalizar as atividades funcionais e a conduta dos seus empregados, gestores e dirigentes, inclusive de forma preventiva e pedagógica, com sugestões de melhoria das atividades e processos de trabalhos.  Comitê de Processo Administrativo e Disciplinar (CPAD): Órgão colegiado, tendo por finalidade a condução de processo administrativo de empregados, gestores e dirigentes, e o processo obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.  Comitês de Crédito: São órgãos colegiados responsáveis pela análise e aprovação das operações de crédito.  Comitê de Gestão de Controles Internos e Conformidade: Colegiado previsto no Estatuto Social da GoiásFomento que tem por objetivo fortalecer e preservar a cultura de gestão dos controles internos e da conformidade, consistente com as melhores práticas de mercado e com a missão da Instituição.  Comitê de PLD: Conforme previsto na Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, existe a prerrogativa deste comitê efetuar a análise prévia de novos produtos e serviços, sob a ótica da prevenção dos crimes de lavagem de dinheiro e de financiamento ao terrorismo.  Comitê Setorial de Compliance: Zelar pela implementação dos eixos do Programa de Compliance Público e demais questões relativas à gestão riscos no âmbito do referido programa.  Por meio da apuração dos incidentes, do mapeamento e classificação dos riscos, e dos planos de ação, e utilizando sistema de gestão informatizado, a GoiásFomento efetua a mitigação de riscos, a fim de que possam ser enquadrados em patamares adequados.  A GoiásFomento acompanha os níveis de inadimplência por meio de indicadores, e avalia a necessidade de capital por meio do índice de Basiléia, e caso exista alguma variação destes indicadores, e que possam comprometer o bom desempenho operacional da instituição, são adotadas medidas para mitigação de riscos de crédito e de capital, após a avaliação e decisão da Diretoria Executiva.  Por meio do acompanhamento diário da liquidez pela Gerência Financeira, a GoiásFomento procurar manter um equilíbrio entre pagamentos e recebimentos, para que a capacidade de pagamento da instituição não seja afetada, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.  A estratégia da GoiásFomento de manter baixo índice de imobilização, contribui para a mitigação de riscos.  Por meio do mapeamento de riscos, a GoiásFomento consegue efetuar o levantamento das possíveis ameaças, procurando a melhor forma de lidas com riscos, e a partir do processo de tomada de decisão pela Diretoria Executiva, pode aceitar, evitar, transferir e mitigar os riscos que compreende que são inerentes à continuidade dos negócios.  As ações de regulação efetuadas pelo Banco Central do Brasil no âmbito da GoiásFomento, são processadas e discutidas internamente para a promoção de alterações e melhorias nos processos de negócios, a fim de aumentar a aderência às novas exigências nacionais e internacionais,conforme as legislações aplicadas às Agências de Fomento.  A GoiásFomento efetua a classificação de riscos considerando as categorias quantitativa e qualitativa, para posterior mensuração dos riscos e impactos, e dos pontos de controles. São criados planos de ação e acompanhamento para processos que apresentam incidentes de riscos recorrentes, e que afetam a continuidade dos negócios da instituição.  A cada agregação de novos produtos, serviços, equipamentos ou procedimentos criados, a GoiásFomento procura utilizar novos procedimentos e novas tecnologias a fim de mitigar os riscos de falha em determinados processos de negócios, utilizando também, políticas, resoluções, manuais de procedimentos, planos, relatórios, execução de mecanismos de controles, monitoramento e avaliações periódicas de riscos, planejamento estratégico, e promoção de treinamentos aos colaboradores. Os fundos garantidores são utilizados para complementar as garantias exigidas e como mecanismos mitigadores de riscos.  A GoiásFomento diante da pandemia do COVID-19, vem tomando todas as medidas e cuidados necessários para minimizar os efeitos da pandemia tanto quando possível. Ativou o plano de continuidade de negócios. Para os colaboradores foram tomadas medidas visando proteger a saúde, mantendo a estrutura da GoiásFomento em funcionamento por meio do engajamento em teletrabalho e pelo atendimento ao público por meio de canais digitais.",
  "ova_h": "A GoiásFomento possui uma estrutura de gerenciamento de capital compatível com a natureza de suas operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, e com a dimensão da exposição a riscos inerentes à sua atividade, com o objetivo de assegurar a otimização do capital regulatório utilizado em seus negócios, avaliando as necessidades futuras de capital a fim de garantir a estabilidade a longo prazo, e para suportar o crescimento dos negócios de forma sustentável e eficiente.  A estrutura de gerenciamento de capital tem como objetivo o gerenciamento dos riscos, a avaliação da necessidade de capital e a divulgação de informações das atividades empreendidas pela GoiásFomento, com o intuito de mantê-las com parâmetros prudentes.  O Gerenciamento do capital é efetuado por meio de processo contínuo de monitoramento e controle e de otimização do capital mantido pela GoiásFomento, e pela sua avaliação para fazer face aos riscos assumidos, considerando o planejamento de metas e de necessidades de capital, de acordo com o planejamento estratégico, e pelo estabelecimento de limites de exposição a riscos que podem afetar o capital.   O Plano de Capital é elaborado em consonância com o Orçamento da Instituição e com o planejamento estratégico, para os próximos 03 (três) anos, sendo aprovado pelo Conselho de Administração.  A GoiásFomento avalia o requerimento Mínimo de Capital Total nos relatórios de Gerenciamento de Riscos.  A GoiásFomento utiliza a Abordagem do Indicador Básico como metodologia para alocação de capital para cobertura do risco operacional.  A Execução dos testes de estresse considerando o capital, também é efetuada periodicamente a fim de considerar cenários que influenciem o capital da Instituição.  Por meio do Plano de Capital, elaborado em conjunto com a Assessoria responsável pelo Planejamento Estratégico, é possível avaliar os riscos de capital e em caso de insuficiência de capital, são previstas ações de contingenciamento, considerando a variação do Índice de Basiléia.  A GoiásFomento procura manter capital suficiente para a adequação do Patrimônio de Referência - PR para a cobertura dos riscos das atividades atuais e projetadas da instituição, visto que esta avaliação é realizada através do acompanhamento dos índices de Basiléia, Índice de Nível I, Índice de Capital Principal e Índice de Imobilização.  A GoiásFomento procura manter índices de capital em nível superior ao mínimo estipulado pelo Banco Central, e índice de imobilização enquadrado dentro do limite máximo de 50% (cinquenta por cento) do PR ajustado, fixado pelo Bacen. Os requerimentos mínimos são apurados a partir do percentual estipulado pelo Banco Central do Brasil - BCB, aplicado sobre o montante dos Ativos Ponderados pelo Risco (do inglês, RiskWeighted Assets - RWA). A instituição mantém PR suficiente para fazer face ao risco de taxa de juros das operações não incluídas na carteira de negociação (Rban).  A GoiásFomento em consonância com as recomendações do regulador, tem passado pela adequação do seu processo de gerenciamento de capital de acordo com as exigências dos Pilares I, II e III do comitê de Basiléia, visto que a instituição considera capital mínimo para cobertura dos riscos de mercado, crédito, operacional, utiliza abordagem padronizada, opera com capital acima do mínimo regulamentar, por considerar um PR + adicional de capital em níveis determinados pelo Bacen, e por atender aos requisitos de disciplina de mercado por respeitar critérios de transparência por meio da publicação de informações.",
  "ova_outros": [
    {
      "nome": "",
      "descricao": "",
      "valor": ""
    }
  ]
}